Páginas

sexta-feira, 11 de maio de 2012

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Cartas


Caminheiro

 O poeta Rodrigo Mebs interpretando  
"Caminheiro", 
no Centro Comercial Caxambu -Boa Vista - Roraima.
A filmagem ficou por conta do Fotógrafo Orib Ziedson.
Vídeo produzido especialmente para a 
I Mostra de Vídeos Poéticos do Coletivo Caimbé.


 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Conflitos


As palavras fogem
Escoam por algum vazio
De pontos sem volta
De fins sem demora
Nalgum passo trôpego
Que aniquila a fala
Mas não me devora

Certezas


No bailado da vida
Figurando o agora
Onde a alma inunda
O corpo ancora

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

domingo, 21 de novembro de 2010

Vida de Rufino


*Ao poeta Eliakin Rufino
Sutilezas desse país tropical:
O poeta guarda um rio
No fundo do seu quintal

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Cordel da despedida


Sinto muito já vou indo
Vou sem choro ou nostalgia
No meu canto de poeta
Eu sigo a canção do dia
Vou deixando o meu abraço
(Agradecida a presença)
Vou partindo sem demora
Vou na cantiga e na crença
Que a vida é feita de graça
E é um grande véu de alegria
E eu cantador do povo
Sou sopro na poesia

Ondas

Há dias em que acordo mais tempo
Com flores tatuadas nas costas
Com sortes repletas de vento
E mares batendo nas portas

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Quermesse do Maranhão

Ei, Baleiro...
Dá-me um punhado de acordes
Duas porções de rima
E uma gota
Dessa tua essência de cantador?!

Carta a um Zeca distante

Também ando à flor da pele
por tuas canções
que fazem chorar
Ando mesmo à flor da pele
banhada em tuas líricas de amar

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Aldeia Universal

Bebi suco de saber essa semana
ao passsar por uma Aldeia Universal
Pousei em versos, sonhos, risos e saudades
Provei de frutos que alegraram meu quintal

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A saudade

*A meu marido e filhos com muito, muito amor.
É fogo que arde sem se ver
É um contentamento descontente
Ah, meu amigo Camões
E o que a difere do amor?
Se distrair mata a gente!

Liberto

*Claudio. Que Deus esteja sempre conosco, amigo. Nos banhando em humildade e sede de conhecimento.
Meu sangue traz em mim todas as glórias
De sonhos, de voos e um velejar
De ventos, de cantos raros e liberdade
De sorte pairando em asas na beira mar

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Se é pra falar de Saudade ... ( II )

* À amiga (linda amiga) Vera Vieira pela saudade dos seus

O dia choveu saudade
Desse meu povo querido
Cheirinho de mocidade
Molhou de pranto meu riso

Se é pra falar de Saudade ... ( I )

*Ao meu mais novo amigo João Pedro, com carinho. (Direto da Linha do Equador!)

Saudade chegou
Bateu na porta e entrou
No meu sofá já deitou
Chorou Chorou Chorou!


Lay

Filha,
Tão belo é te ver passar
Com esse perfume de riso
De flor do campo a bailar

Retorno

Ah...
Como é bom chegar em casa
Guardar as asas
E (re)pousar

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Pouco antes de fechar a porta ...

Procurei
Por todos os cantos da memória
Encontrei
Debaixo de antigos passos
Me despi
Dos tumultos colhidos ontem
Me vesti
De todo esse amor guardado
E SAÍ!

Construção I

Cansei de ser a sombra no sistema
Voltei a ousar as notas da canção
Voltei a rabiscar meu próprio tema
Rasguei a minha voz na multidão

sábado, 6 de novembro de 2010

Recado no portão

Lamento
Saí na busca do vento
Que embala sonho ao passar

Tempestade I

Que passe essa tempestade
Que meus olhos não se percam
Que meus ombros não me pesem
Que as tormentas adormeçam

Tempestade II

Que o dia nasça mais calmo
Que o riso seja profundo
Que a sorte bata em minha porta
E o sol devolva meu mundo

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vontades

Queria ser poeta esta manhã
Mas o mundo me devora em pouco tempo
Queria ser poeta e pouco sã
Mas vontade é coisa que some no vento

Coletivo

Cada cabeça um mundo
Cada mundo uma verdade
Junto tudo em um segundo
E beijo a eternidade

Não por acaso...

Passei aqui
Peguei poema
Plantei na feira
Deu fruto o pé

Dias assim

Acordei com vontade de canções
Caminhei três quadras de risos
Adormeci nos braços da poesia

Maternidade

Tornei-me o ser mais vulnerável
E ainda assim o mais forte
Quando passei a gerar vidas

Alma

Possuo um lado poeta
repleto de mim
E um lado operário
inundado de Mundo